quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Meu Pai, Minha Mãe, Eu e o Amigo Dele!

Meu primeiro irmão, Newton Galileu, nasceu e viveu apenas por 8 meses com muita luta! Era hemofílico!


Meu segundo irmão, Esmar Jr, cercado de cuidados, por óbvio, veio com uma alergia asmática que nos causava espantos até na juventude.


Meu terceiro irmão, Cláudio Valério, lhe foi dado apenas 3 meses de vida. Também hemofílico como o Newton. Viveu até os 33 anos!


Os médicos definem data sem consultar ao Senhor da Vida! Podem até acertar por vezes! Mas jamais para os que servirão a vontade do Senhor!


Minha irmã, Maria Cecília, veio para nos presentear com sua inteligência e força e garra - tudo junto!


Eu vim… como “o chato dos chatos”! “Enjoado dos enjoados”! Essas são minhas qualidades mais fortes! Mas sou um sujeito legal para os irmãos e amigos! Os outros não me interessam!


Meu irmão mais novo, Antônio Giovanni, também hemofílico! Este equiparo a uma máquina gigante de arrastar o Mundo com apenas uma mão! Tem muito da força de meu Pai e de minha Mãe! É chatinho, mas é bonzinho como meu Pai!


Todos meus irmãos, hiper-inteligentes! Cada um com sua própria experiência!


Não tivemos de nosso Pai, salvo o Cláudio, tantas conversas sobre estudos e a vida de trabalho! Falha nossa e não dele!


E corroborando ao todo, não ocorreu por uma série de eventos e não porque ele não se importasse! Ele tinha que dar tantas aulas, que chegou a trabalhar em 5 Colégios entre - Rio Bonito, Araruama e até Cabo Frio! Numa época de pistas para veículos bem ingratas ou deficitárias.


Era comum, eu e meus irmãos estarmos em companhia de nossa Mãe, num local de Trevo como do Boqueirão em Rio Bonito-RJ, onde nem iluminação pública tinha, para aguardar o ônibus chegar das 2 viagens semanais que meu pai fazia vindo de Cabo Frio e 2 de Araruama!


E nossa Mãe Rosália, sempre guerreira-brava e destemida, mesmo com sua mãe acamada e com meus irmãos por vezes impossibilitados de andar, ainda assim arrumava tempo de dar as viagens curtas na busca de seu Esposo. Sem nunca, jamais, reclamar!!!

(Podem imaginar este local de maior índice de acidentes e mortes por décadas sem iluminção pública)

E, para dar melhor conforto aos meus irmãos, papai foi trabalhar em dois colégios públicos. Henrique Lage e CEBRIC. Por isso nos mudamos para Niterói, Fonseca.


E isso foi maravilhoso para o tratamento, apesar de ainda ser precário para hemofílicos. Mas a evolução ou um pouco mais de melhora veio com o tempo.


E foi então, que meu pai, com seu outro trabalho de cobrança para a empresa de um Tio, viajava e ajudava-o a abrir Praça Comercial como fez diversas vezes em Macaé e Região indo até o Espírito Santo, terra que considerava natal! Residiu lá em Vilha Velha quando adolescente até o início de sua juventude!


Fazia cobranças na Região Serrana e Região dos Lagos. Foi ainda no início dos anos 80, no desastre das chuvas no Espírito Santo, também para manter a clientela e receber dos empresários em locais em que não houve calamidade, já que o Governo do Estado havia decretado para todo o Estado. E ele conseguiu receber tudo para seu irmão empresário!


E foi assim que eu viajei muito com meu pai ainda na adolescência!


E quando em janeiro de 1980, meus pais compraram um sitiozinho em minha cidade natal, foi quando passei a vir todos os fins de semana. E nessa época meus pais vinham muito ao sítio.


E assim cresci, sempre perto de meu Pai, já que passou a ficar mais em Rio Bonito.


E em 1989, resolvi voltar a morar na minha terra natal.


E em 1992 resolvi me casar!


Sempre por perto.


Fizemos algumas trocas e eu passei a ficar na casa 01. Ele e minha mãe ficaram na 02 e depois construíram a 03 aproveitando uma obra que fiz para criar aves.


Quando eles terminaram as obras e se estabeleceram na residência nova, que foi idealizada por minha mãe; meu pai então foi acometido de um câncer de reto! Aproveitando pouco de sua obra! A primeira residência que havia feito com sua esposa!


Minha irmã conseguiu o acompanhamento e tratamento no seu local de Trabalho.


Foi quando tive o prazer indescritível de tão incrível, eu e meu pai estávamos nos dirigindo ao veículo para virmos embora, e aparecendo sua Médica, ele em apresentou e disse: "Este é o meu filho! Meu amigo!"


Meses depois ele foi submetido a uma cirurgia, e como eu tive o mesmo tipo de câncer e fiz a mesma cirurgia, posso afirmar que após 6 anos, a coisa é muito dura! Muitos, dos que fizeram a mesma cirurgia, não resistiram e raros são os casos que isso ocorre! Até porque a recorrência é uma realidade que me pegou!


Aqui em Rio Bonito, na mesma época, apenas eu e mais uma senhora que reside em Nova Friburgo.


Meu pai faleceu em 17 de dezembro de 2002.


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O relato desta parte de nossas vidas queremos evidenciar não as tragédias, provações e todas as possibilidades que a vida do ser humano pode proporcionar das boa até as ruins de acordo com o ponto de vista de cada um!


No meu entender, dentro desta situação ruim, algo fez me lembrar do Decreto estabelecido por Deus! O Decreto de Honrar Pai e Mãe!


As virtudes e bençãos sobre este Ato objeto da Norma Divina, nos leva uma experiência sobre cuidar de quem cuidou de nós!


O que nos leva ao próprio Deus como Pai Celestial!


Quem entende isso, Ele concede benção!


Quem não entende, acaba por não ter aquilo que só se tem por conhecer e reconhecer em Deus, Pai de nosso Salvador Jesus, como nosso Pai em Cristo!


Daí ter tantos aviso na Tradição, nas Escritas e posteriormente nas Escrituras e na Bíblia que usamos por vezes!


Mas, é necessário discernimento sobre cada contexto, apesar de se ter apenas o trecho, para buscar entender o que é a morte e quais os tipos de morte que existem, já que o Decreto sendo Divinal, pode conter elementos para o aqui (tempo) ou para o lá (eternidade).


É quando você cai na real de que, com Deus não há negociação sobre o que Ele Decretou!


E indo além… o Decreto Dele não se expira com a morte do pai ou da mãe!


Só uma forma do Decreto perder seus efeitos aqui (no tempo de vida)! E é a morte do filho ou da filha! Naturalmente é claro! Para que não se perca a coroa da vida!


Então, não há como negociar e pretender ser um(a) filho(a) desleixado(a), principalmente para com sua mãe!


O casamento dos filhos não anula sua filiação! Não anula a paternidade ou maternidade dos pais!


Ser uma só carne agora, faz com que o(a) cônjuge sejam idênticos ou um só em honrar pai e mãe, um do outro! E isso é mais que um desafio espiritual! Isso é estar à frente do Decreto como um todo!


O desafio do Cônjuge merece um Estudo à parte!

H-O-N-R-A-R O-S P-A-I-S =


- E quem amaldiçoar a seu pai ou a sua mãe, certamente será morto.
Êxodo 21:17 - (Qual o tipo de morte?!)

- Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor.
Colossenses 3:20 - (Já seria uma benção?!)

- Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Por que transgredis vós, também, o mandamento de Deus pela vossa tradição? - (O que é tradição e como se estabelece uma?! O mandamento vem antes então da criação de uma tradição?!)
- Porque Deus ordenou, dizendo: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, certamente morrerá.
Mateus 15:3,4 - (Qual o tipo de morte?! Porque dizer mal do pai e da mãe?!)

- Diante dos cabelos brancos te levantarás, e honrarás a face do ancião; e temerás o teu Deus. Eu sou o Senhor.
Levítico 19:32 - (Uma ligação entre aqui e lá?!)

- Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel.
1 Timóteo 5:8 - (E ainda há quem tenha dúvida?!)

- O filho sábio atende à instrução do pai; mas o escarnecedor não ouve a repreensão.
Provérbios 13:1 - (Filhos que não aceitam admoestação e exortação?! São senhores de suas vidas como Caim?! Pais que não querem repreender porque afeta o psicológico da criança?!)

- Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; - (Benção ou maldição?!)
- Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.
Efésios 6:2,3 - (Ah! Só assim?! Mas há mais?!)

- O que aflige o seu pai, ou manda embora sua mãe, é filho que traz vergonha e desonra.
Provérbios 19:26 - (Advinha o que isso significa?! Já esqueceu o que se leu logo ali acima?)

- Ouvi, filhos, a instrução do pai, e estai atentos para conhecerdes a prudência.
Provérbios 4:1 - (Experiência e sabedoria não estão em livros seculares e na sala de aula?!)

- Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. - (Justo... justiça... qual o significado na vida do ser humano?!)
- Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa;
- Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.
- E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor. - (Isso é sabedoria?!)
Efésios 6:1-4

- Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. (O sol nasce para bons ou maus!)
- Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,
- Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, intemperantes, cruéis, sem amor para com os bons, - (trágico?!)
2 Timóteo 3:1-3

- Mas, se alguma viúva tiver filhos, ou netos, aprendam primeiro a exercer piedade para com a sua própria família, e a recompensar seus pais; porque isto é bom e agradável diante de Deus.
1 Timóteo 5:4

- Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.
Êxodo 20:12

- Ouve teu pai, que te gerou, e não desprezes tua mãe, quando vier a envelhecer.
Provérbios 23:22

- Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Por que transgredis vós, também, o mandamento de Deus pela vossa tradição?
- Porque Deus ordenou, dizendo: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, certamente morrerá.
- Mas vós dizeis: Qualquer que disser ao pai ou à mãe: É oferta ao Senhor o que poderias aproveitar de mim; esse não precisa honrar nem a seu pai nem a sua mãe,
- E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus.
Mateus 15:3-6

- Os olhos que zombam do pai, ou desprezam a obediência à mãe, corvos do ribeiro os arrancarão e os filhotes da águia os comerão.
Provérbios 30:17

- O que amaldiçoa seu pai ou sua mãe, apagar-se-á a sua lâmpada em negras trevas.
Provérbios 20:20

- Cada um temerá a sua mãe e a seu pai, e guardará os meus sábados. Eu sou o Senhor vosso Deus.
Levítico 19:3

- Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe,
Provérbios 1:8

- Porque serão como diadema gracioso em tua cabeça, e colares ao teu pescoço.
Provérbios 1:9

- Honra a teu pai e a tua mãe, como o Senhor teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias, e para que te vá bem na terra que te dá o Senhor teu Deus.

Deuteronômio 5:16

Mensagem Diária 31 12 2025

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REFLEXÃO

Bem-aventurado o povo que conhece o som alegre; andará, ó Senhor, na luz da tua face” (Sl 89:15).

O “som alegre” não é apenas música ou celebração externa, mas o chamado de Deus reconhecido pelo coração. É o som da presença divina, da aliança viva, da direção segura. Quem o conhece não anda às cegas, mas caminha na luz do rosto do Senhor, isto é, sob Sua aprovação, cuidado e revelação.

Essa Luz se manifestou aqui também quando o Verbo se faz carne (Jo 1:14). Em Cristo, Deus determinou maior proximidade: Ele habita entre e em nós, revelando Sua glória e nos envolve com Sua graça e verdade. O Deus que sempre falou ao povo seu, fala a todos os povos de forma mais abrangente ainda sobre a mesma Graça Imerecida que nos apresenta.

À medida que um novo ano se aproxima, somos naturalmente tentados à ansiedade, incertezas, decisões, expectativas, ... . Contudo, a Escritura nos conduz a outro caminho: a fé. Hebreus 11:1 nos lembra que a fé não é ilusão nem otimismo vazio, mas fundamento sólido e prova invisível do agir de Deus.

Assim, o povo que conhece o som alegre não se paralisa diante do futuro. Ele avança com fé, porque anda na luz da face de Deus, sustentado pela presença de Cristo e firmado na certeza do que ainda não vê, mas sabedor da existência plena e justa!


ESBOÇO PARA ESTUDO TEOLÓGICO

Tema: Fé, Revelação e Caminhada na Luz de Deus

1. O som alegre como linguagem da aliança (Salmos 89:15)

  • O “som” como sinal da presença e direção divina

  • Bem-aventurança ligada ao discernimento espiritual

  • Andar na luz da face do Senhor: revelação, favor e comunhão

2. A encarnação como ápice da revelação (João 1:14)

  • O Verbo eterno assumindo a condição humana

  • A glória revelada em graça e verdade

  • Deus habitando com Seu povo: proximidade e acessibilidade

3. A fé como estrutura da vida cristã (Hebreus 11:1)

  • Fé como fundamento, não como sentimento

  • A certeza do invisível como base da esperança

  • Fé orientada para o futuro sem ansiedade

4. Aplicação escatológica e prática para o novo ano

  • Viver sem ansiedade, mas com propósito

  • Servir ao Senhor com firmeza, não com medo

  • Caminhar pela fé como resposta à revelação recebida


DEVOCIONAL 

Entrar em um novo ano não significa ter todas as respostas, mas saber Quem nos guia. O povo bem-aventurado não é aquele que controla o futuro, mas aquele que reconhece o som alegre da voz de Deus e escolhe caminhar na luz da Sua face.

Cristo, o Verbo que se fez carne, continua habitando entre nós por meio da Sua Palavra e do Seu Espírito. Sua glória aumenta a cada dia, Sua graça é inesgotável, e Sua verdade permanece sólida — principalmente para os dias que ainda não vemos.

A fé nos permite avançar sem ansiedade. Não porque tudo será fácil, mas porque o fundamento é seguro. Servir ao Senhor no novo ano exige constância, obediência e confiança, mesmo quando os caminhos ainda não estão totalmente claros.

Que o ano vindouro seja vivido não sob o peso da preocupação, mas sob a leveza da fé; não movido pelo medo do amanhã, mas pela certeza de que quem anda na luz da face do Senhor nunca caminha sozinho.

"Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho." - Salmos 119:105

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Mensagem Diária 30 12 2025

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REFLEXÃO

Os três textos apresentados revelam um paradoxo espiritual intencional: Deus ordena esforço, semeadura e trabalho, mas também exige aquietamento e reconhecimento de Sua soberania.

Em Ageu, o povo está desanimado diante da reconstrução do templo. Deus não promete facilidade; Ele ordena esforço coletivo, liderança responsável e ação concreta. O fundamento da coragem não é a força humana, mas a declaração divina: “Eu sou convosco”. O trabalho é humano, a sustentação é divina.

Em 2 Coríntios, Paulo estabelece uma lei espiritual objetiva: a colheita é proporcional à semeadura. Não se trata apenas de recursos materiais, mas de tempo, obediência, fidelidade, disposição interior. Deus honra a generosidade que nasce da fé e não da escassez mental.

Já o Salmo 46 rompe com qualquer ativismo ansioso. O aquietar-se não é passividade, mas consciência reverente. É reconhecer que, acima do esforço humano e da semeadura disciplinada, Deus reina absoluto. O povo trabalha; Deus governa.

A maturidade espiritual surge quando o crente aprende quando agir com intensidade e quando silenciar em confiança, sem confundir esforço com independência, nem descanso com negligência.


ESBOÇO PARA ESTUDO TEOLÓGICO

Tema Geral

A dinâmica bíblica entre esforço humano, responsabilidade espiritual e soberania divina.


I. O Chamado ao Esforço sob a Presença de Deus (Ageu 2:4)

  1. Contexto histórico: reconstrução do templo pós-exílio

  2. Tríplice convocação:

    • Liderança política (Zorobabel)

    • Liderança sacerdotal (Josué)

    • Comunidade (todo o povo)

  3. Teologia do trabalho:

    • O esforço é mandamento

    • A presença divina é a garantia

Princípio: Deus não substitui o esforço humano, Ele o legitima.


II. A Lei Espiritual da Semeadura (2 Coríntios 9:6)

  1. Semeadura como ato voluntário e consciente

  2. Proporcionalidade espiritual da colheita

  3. Dimensões da semeadura:

    • Material

    • Espiritual

    • Ética

    • Relacional

Princípio: A abundância não nasce do acúmulo, mas da entrega.


III. O Aquietar-se como Ato de Fé (Salmos 46:10)

  1. Aquietar-se não é inércia

  2. Conhecimento de Deus como fundamento da paz

  3. Soberania divina sobre:

    • Nações

    • Crises

    • Obras humanas

Princípio: O silêncio confiante é uma declaração teológica.


Síntese Teológica

  • Ageu ensina a agir

  • Paulo ensina a semear

  • O Salmista ensina a confiar

A fé bíblica é ativa, generosa e descansada.


DEVOCIONAL

Há momentos em que Deus nos chama a trabalhar com todas as forças, mesmo quando o cenário não inspira ânimo. Ele não promete ausência de cansaço, mas garante Sua presença no processo.

Em outros momentos, Deus nos confronta com a verdade simples: colhemos conforme semeamos. Pequenas entregas produzem pequenos frutos; entregas abundantes produzem colheitas que excedem expectativas humanas.

Mas há também o convite mais difícil: aquiete-se. Pare de tentar controlar tudo. Reconheça que Deus continua sendo Deus quando você trabalha, quando semeia e quando descansa.

A vida espiritual equilibrada não é feita apenas de ação, nem apenas de espera. É feita de obediência ativa, generosidade consciente e confiança silenciosa.

Quem aprende isso caminha firme, trabalha com propósito e descansa com segurança.




sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Discordar é odiar para quem tem problema mental ou deformação!


Conheço pessoas próximas que odiavam o Charles Kirk! (Norte-Americano assassinado) 

Deveria até achar engraçado a ignorância ou imbecilidade humanista idiota! (Redundância Poética) - Mas não podemos, porque essa transmorfia mata fácil e se acham justos justiçando! É um defeito do DNA de Caim desses socialixos na humanidade!

Mas devemos lembrar que foi justamente o ódio quem matou Charles Kirk! E o incrível?! Pessoas que se dizem cristãs acusando Kirk como se fossem o inimigo de nossas almas que é o inimigo de Deus! (Fácil de entender?!)

Não querem entender o Deus como Senhor, mas querem-No como se fosse seu amuleto da sorte amparador e protetor para continuar em suas vidas de pecados!

Isso vale para qualquer tipo ou espécie de pecado!

"Mas o que é pecado???"

Pecado é tudo aquilo que afasta o homem de seu Criador! E nada importa que o ser humano aceite isso ou não! A fatura já está em andamento!

Então... se você entende que o que faz não é um pecado, mesmo o Criador já tendo afirmado que é, então não importa o que você entende ou pensa! Na verdade, isso é como tudo em volta - insignificante!

O que fazemos é só errar! Somos humanos!!! "Oh!!! Imbecis e ignorantes!!!" E nem precisamos arriscar para fazer alguém compreender o que não entende porque a lógica lhe foge a capacidade, ainda que um gênio da lógica humana!

Erramos até em falar o está próximo da vontade do Senhor!

Porque nossa obrigação é ouvir a voz Dele e buscar entendê-Lo!

E nada vale o que pensamos ou queremos!!!

Então... se amando, corrigimos um filho ou filha, somos os que odeiam por buscar o melhor! 

Essa ignorância e errância... me liga um dane-se! Infelizmente!

Porque ao maior de idade... a responsabilidade é tão somente do maior!!!

Suas colheitas não serão as minhas!

As minhas já me são pesadas! E sou obrigado a refletir constantemente sobre isso!

Mas são minhas! E as reconheço!

Eis a dificuldade do ser humano! Não reconhecer seus próprios erros e mazelas!

Então... é quando o Jonismo aflora e diz: "Não tenho como fazer o que  não está ao meu alcance!"

Por isso a salvação do espírito é de cada indivíduo! E não um coletivo!!!

E aos que se acham auto-suficientes... seu atrevimento jás em poucos passos nada firmes, embora se exalte a  altives. Mas nada além dos derrotados ou doentes da mente e do espírito!



Mensagem Diária 26 12 2025

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REFLEXÃO

As Escrituras afirmam, de forma convergente, a unicidade absoluta de Deus, a fonte da verdadeira força e o resultado dessa confiança: a paz que guarda o interior humano.
Quando Ana declara: “Não há santo como o Senhor; porque não há outro fora de ti; e rocha nenhuma há como o nosso Deus” (1Sm 2:2), ela não faz apenas um louvor emocional, mas uma confissão teológica. Deus é santo (separado, incomparável), exclusivo (não há outro fora d’Ele) e firme (rocha).

Essa verdade fundamenta a exortação paulina em Efésios 6:10: “fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder”. O fortalecimento cristão não nasce da autoconfiança, mas da dependência consciente da força que procede da rocha eterna. Aquele que é santo e único é também o que sustenta o crente na batalha espiritual.

Como consequência dessa relação correta com Deus, Paulo afirma em Filipenses 4:7 que a paz de Deus, não produzida pela lógica humana, guarda coração e mente. A paz não é ausência de conflitos, mas presença soberana de Deus governando o interior.

Assim, santidade, força e paz não são temas isolados, mas um fluxo espiritual único:
quem reconhece quem Deus é → aprende onde buscar força → experimenta paz verdadeira.


ESBOÇO PARA ESTUDO TEOLÓGICO

Tema Geral

A unicidade de Deus como fundamento da força espiritual e da paz que guarda o coração.

I. A Unicidade e Santidade de Deus (1 Samuel 2:2)

  1. “Não há santo como o Senhor”

    • Santidade como separação absoluta e perfeição moral.

    • Deus não é apenas santo; Ele é o padrão da santidade.

  2. “Não há outro fora de ti”

    • Exclusividade divina (monoteísmo bíblico).

    • Implicações contra substitutos funcionais de Deus (segurança, poder, razão humana).

  3. “Rocha nenhuma há como o nosso Deus”

    • Estabilidade, fidelidade e segurança.

    • Deus como fundamento inabalável da fé.

II. A Fonte da Força Espiritual (Efésios 6:10)

  1. Fortalecei-vos no Senhor

    • A força não é autogerada; é relacional.

  2. Na força do seu poder

    • Distinção entre poder humano limitado e poder divino eficaz.

  3. Contexto da batalha espiritual

    • A força é necessária porque o conflito é real.

III. O Resultado: Paz que Guarda o Interior (Filipenses 4:7)

  1. Paz que excede o entendimento

    • Não racionalizável, mas experimentável.

  2. Guarda coração e mente

    • Proteção das emoções e dos pensamentos.

  3. Em Cristo Jesus

    • A paz é cristocêntrica, não circunstancial.

Conclusão Teológica

A confissão correta sobre quem Deus é conduz à dependência correta de sua força, resultando na experiência da paz que preserva o ser humano integral.


DEVOCIONAL

Reconhecer que não há santo como o Senhor é mais do que repetir uma frase bíblica; é ajustar o coração para viver sem substitutos. Quando Deus ocupa o lugar exclusivo que lhe pertence, a alma encontra firmeza.

A força necessária para enfrentar o dia não vem do controle das circunstâncias, mas da decisão consciente de se fortalecer no Senhor. Isso muda o eixo da vida: o peso deixa de estar sobre nós e passa a repousar sobre a rocha.

Como consequência, a paz de Deus passa a agir como um vigia silencioso, protegendo pensamentos e sentimentos. Mesmo quando o entendimento não alcança explicações, o coração permanece guardado.

Onde Deus é reconhecido como único, a força é renovada.
Onde a força vem do Senhor, a paz governa.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

Mensagem Diária 25 12 2025

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REFLEXÃO

Isaías 9:6–7 apresenta uma das mais densas sínteses cristológicas do Antigo Testamento. O texto une, de forma paradoxal e sublime, fragilidade humana (“um menino nos nasceu”) e soberania absoluta (“o principado estará sobre os seus ombros”). A encarnação (procedimento único) não é apresentada como diminuição do poder divino, mas como o meio pelo qual esse poder se manifesta de forma redentora.

Os títulos atribuídos ao Messias revelam não apenas atributos, mas funções ativas no governo do Reino. Ele não é apenas maravilhoso — Ele age maravilhosamente. Não apenas aconselha — Ele governa com sabedoria perfeita. Não apenas é forte — Ele sustenta e vence. Não apenas é eterno — Ele garante continuidade e segurança ao Reino. Não apenas promove a paz — Ele é a própria paz.

O texto ainda desloca a expectativa messiânica de um evento momentâneo para um processo eterno: o principado cresce, a paz se expande, a justiça se aprofunda. Não há regressão, não há decadência. O Reino inaugurado por este Filho não conhece entropia moral nem esgotamento histórico. (Entropia moral é uma metáfora da física (desordem) aplicada à ética e ao comportamento humano, descrevendo a tendência natural de sistemas morais e sociais à desorganização, conflito e decadência (perda de clareza, valores, coerência) se não houver intervenção ativa de energia (esforço, reflexão, ação ética) para manter a ordem, a integridade e o propósito, como crenças conflitantes ou a deterioração de relacionamentos e instituições.)

O fundamento de tudo isso não está na resposta humana, nem na estabilidade política, nem na fidelidade do trono de Davi em si, mas em uma afirmação final decisiva: “o zelo do Senhor dos Exércitos fará isto”. O Reino é garantido pelo caráter de Deus.


ESBOÇO PARA ESTUDO TEOLÓGICO

Tema: O Messias-Rei e a natureza eterna do Seu Reino

Texto-base: Isaías 9:6–7

1. A dimensão encarnacional do Messias

  • “Um menino nos nasceu” — humanidade real

  • “Um filho se nos deu” — iniciativa divina e graça

  • Relação entre nascimento histórico e propósito eterno

2. O peso do governo messiânico

  • “O principado estará sobre os seus ombros”

  • Autoridade legítima, não delegada

  • Governo sustentado pela própria pessoa do Messias

3. Os títulos messiânicos (análise teológica)

  • Maravilhoso Conselheiro: sabedoria transcendente aplicada à história

  • Deus Forte: afirmação implícita da divindade

  • Pai da Eternidade: fonte, guardião e sustentador da vida eterna

  • Príncipe da Paz: paz como ordem restaurada, não mera ausência de conflito

4. A expansão contínua do Reino

  • Crescimento do principado

  • Paz sem limite temporal ou geográfico

  • Reino dinâmico, não estático

5. Justiça e juízo como fundamentos

  • Justiça como retidão moral

  • Juízo como aplicação fiel da justiça

  • Permanência do Reino baseada em ética divina

6. A garantia final: o zelo do Senhor

  • Zelo como amor ativo e comprometido

  • Deus como agente último da história redentora

  • Segurança escatológica do Reino


DEVOCIONAL

Este texto nos convida a descansar em uma verdade profunda: o governo do mundo não repousa sobre ombros humanos frágeis, mas sobre os ombros do Filho dado por Deus. Em tempos de instabilidade, o Reino de Cristo não é ameaçado; ao contrário, ele continua crescendo.

O mesmo Cristo que nasceu como menino continua reinando com justiça. O mesmo que entrou na história continua sustentando o futuro. Não há área da vida, da consciência ou da sociedade que esteja fora do alcance do Seu principado.

A paz que Ele oferece não depende das circunstâncias, porque nasce do Seu governo. A justiça que Ele estabelece não oscila conforme interesses humanos, porque flui do Seu caráter. E a eternidade que Ele garante não se esgota, porque Ele próprio é eterno.

Viver à luz deste texto é aprender a alinhar expectativas, decisões e esperanças ao Reino que já foi inaugurado e que jamais terá fim.


quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Mensagem Diária 24 12 2025

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REFLEXÃO

Os textos apresentados revelam uma progressão espiritual que parte da conversão prática, passa pela edificação do caráter, e culmina na paz que procede de Cristo.

Em Jeremias 7:3, Deus não se dirige apenas à fé declarada, mas aos caminhos e às obras. A permanência no “lugar” — símbolo da presença, da estabilidade e da bênção — está condicionada à transformação concreta da conduta. Não há separação entre espiritualidade e vida prática: o culto verdadeiro exige coerência ética.

Pedro, em sua segunda epístola, aprofunda essa lógica ao apresentar uma cadeia progressiva de virtudes. A fé não é estática; ela exige diligência. Cada virtude prepara o terreno para a próxima, revelando que maturidade espiritual é um processo intencional, disciplinado e contínuo.

Cristo, em João 14:27, apresenta o resultado dessa caminhada: uma paz que não depende das circunstâncias externas. Não é a paz do mundo — frágil, condicional e temporária — mas uma paz que brota da reconciliação com Deus e da formação interior segundo o Seu caráter.

Assim, os três textos convergem para uma mesma verdade: vida transformada, caráter edificado e coração pacificado são marcas inseparáveis da fé autêntica.


ESBOÇO PARA ESTUDO TEOLÓGICO

Tema Geral

Transformação espiritual, crescimento moral e paz cristocêntrica.

Texto-base

  • Jeremias 7:3

  • 2ª Pedro 1:5–7

  • João 14:27


I. A Exigência Divina da Mudança Prática (Jeremias 7:3)

  1. Contexto histórico e profético

  2. “Melhorai os vossos caminhos e as vossas obras”

  3. A relação entre obediência e permanência na presença de Deus

  4. Crítica ao formalismo religioso


II. A Dinâmica do Crescimento Espiritual (2ª Pedro 1:5–7)

  1. A diligência como responsabilidade humana

  2. A progressão das virtudes:

    • Virtude

    • Conhecimento

    • Temperança

    • Paciência

    • Piedade

    • Amor fraternal

    • Amor (ágape)

  3. A integração entre caráter, ética e espiritualidade

  4. A maturidade cristã como processo contínuo


III. A Paz como Fruto da Vida em Cristo (João 14:27)

  1. Diferença entre a paz de Cristo e a paz do mundo

  2. Paz como herança espiritual

  3. Relação entre obediência, maturidade e paz interior

  4. Implicações pastorais e existenciais


Conclusão Teológica

A fé bíblica autêntica se manifesta por transformação prática, crescimento moral progressivo e paz interior sustentada pela presença de Cristo.


DEVOCIONAL

Deus não chama Seu povo apenas para crer, mas para viver de modo transformado. Ele observa nossos caminhos, nossas escolhas diárias, nossas obras silenciosas. Melhorar os caminhos é alinhar a vida inteira à vontade divina.

Pedro nos lembra que a fé precisa ser cultivada com empenho. Cada virtude acrescentada fortalece a caminhada e revela que o cristão não permanece no ponto de partida. Crescer é um ato de responsabilidade espiritual.

Jesus, por fim, nos assegura algo precioso: Sua paz. Uma paz que não depende de estabilidade financeira, reconhecimento social ou ausência de conflitos. Ela nasce da comunhão com Ele e da segurança de estar sendo moldado segundo Seu propósito.

Quem ajusta seus caminhos, cresce em virtude e permanece em Cristo, experimenta uma paz que sustenta, guarda e orienta — mesmo em tempos difíceis.