Publicado em 31/12/2025 as 15:16h - Meu Pai, Minha Mãe, Eu e o Amigo Dele! <<<<====== LINK de acesso
- Parte I -
- NOSSA INFÂNCIA -
Meu primeiro irmão, NG, nasceu e viveu apenas por 8 meses com muita luta! Era hemofílico!
Meu segundo irmão, EJr, cercado de cuidados, por óbvio, veio com uma alergia asmática que nos causava espantos até a juventude.
Meu terceiro irmão, CV, lhe foi dado apenas 3 meses de vida. Também hemofílico como o N. Viveu até os 33 anos!
Os médicos definem data sem consultar ao Senhor da Vida! Podem até acertar por vezes! Mas jamais para os que servirão a vontade do Senhor!
Minha irmã, MC, veio para nos presentear com sua inteligência e força e garra - tudo junto!
Eu vim… como “o chato dos chatos”! “Enjoado dos enjoados”! Essas são minhas qualidades mais fortes! Mas sou um sujeito legal para os irmãos e amigos! Os outros não me interessam!
Meu irmão mais novo, AG, também hemofílico! Este equiparo a uma máquina gigante de arrastar o Mundo com apenas uma mão! Tem muito da força de meu Pai e de minha Mãe! "É chatinho, mas é bonzinho" como meu Pai! (ditado de nossa Mãe)
Todos meus irmãos, hiper-inteligentes! Cada um com sua própria experiência!
Não tivemos de nosso Pai, salvo o CV, tantas conversas sobre estudos e a vida de trabalho! Falha nossa e não dele!
E corroborando ao todo, não ocorreu por uma série de eventos e não porque ele não se importasse! Ele tinha que dar tantas aulas e chegando a marca de trabalhar em 5 Colégios entre - Rio Bonito, Araruama e até Cabo Frio! Numa época de pistas para veículos bem ingratas ou deficitárias.
Era comum, eu e meus irmãos estarmos em companhia de nossa Mãe, num local denominado "Trevo como do Boqueirão" em Rio Bonito-RJ, onde nem iluminação pública tinha. Mas ali tinhamos que aguardar o ônibus que trazia nosso pai, chegando das 2 viagens semanais que fazia indo e vindo de Cabo Frio e mais 2 de Araruama!
E nossa mãe RC, sempre guerreira-brava e destemida, mesmo com sua mãe acamada e com meus irmãos por vezes impossibilitados de andar, ainda assim arrumava tempo de dar as viagens curtas na busca de seu Esposo. Sem nunca, jamais, reclamar!!!
- O TREVO DO BOQUEIRÃO -
- INDO PARA NITERÓI -
E, para dar melhor conforto aos meus irmãos, papai foi trabalhar em dois colégios públicos. Henrique Lage e CEBRIC. Por isso nos mudamos para Niterói, Fonseca.
E isso foi maravilhoso para o tratamento, apesar de ainda ser precário para hemofílicos. Mas a evolução ou um pouco mais de melhora veio com o tempo.
E foi então, que meu pai, com seu outro trabalho de cobrança para a empresa de um Tio, viajava e ajudava-o a abrir Praça Comercial como fez diversas vezes em Macaé e Região indo até o Espírito Santo, terra que considerava natal! Residiu lá em Vilha Velha quando adolescente até o início de sua juventude!
Fazia cobranças na Região Serrana e Região dos Lagos. Foi ainda no início dos anos 80, no desastre das chuvas no Espírito Santo, também para manter a clientela e receber dos empresários em locais em que não houve calamidade, já que o Governo do Estado havia decretado para todo o Estado. E ele conseguiu receber tudo para seu irmão empresário!
E foi assim que eu viajei muito com meu pai ainda na adolescência!
E quando em janeiro de 1980, meus pais compraram um sitiozinho em minha cidade natal, foi quando passei a vir todos os fins de semana. E nessa época meus pais vinham muito ao sítio.
E assim cresci, sempre perto de meu Pai, já que passou a ficar mais em Rio Bonito.
- JOVENS E ADULTOS -
E em 1989, resolvi voltar a morar na minha terra natal.
E em 1992 resolvi me casar!
Sempre por perto.
Fizemos algumas trocas e eu passei a ficar na casa 01. Ele e minha mãe ficaram na 02 e depois construíram a 03 aproveitando uma obra que fiz para criar aves.
- O MEDO DELE -
Certo dia ele pensativo me perguntou: "Se eu ficar com dificuldades de fazer minhas coisas, vocês vão me colocar num asilo?"
- ACONTECEU E O ACOMPANHAMENTO -
Quando eles terminaram as obras e se estabeleceram na residência nova, que foi idealizada por minha mãe; meu pai então foi acometido de um câncer de reto! Aproveitando pouco de sua obra! A primeira residência que havia feito com sua esposa!
Minha irmã conseguiu fazer o acompanhamento e tratamento no seu local de Trabalho; eu seu motorista em tempo integral! Deixei mesmo os trabalhos em segundo plano!
Foi quando tive o prazer indescritível de tão incrível; eu e meu pai estávamos nos dirigindo ao veículo para virmos embora e aparecendo sua Médica, ele em apresentou e disse: "Este é o meu filho! Meu amigo!" (Explico isso em NOTA 1)
Meses depois ele foi submetido a uma cirurgia, e como eu tive o mesmo tipo de câncer e fiz a mesma cirurgia, posso afirmar que após 7 anos, a coisa é muito dura!
Muitos, dos que fizeram a mesma cirurgia não resistiram e raros são os casos que isso ocorre! Até mesmo por despreparo do Médicos em consultar Nutricionistas sobre suplementos! Eu tomei os meus, receitados por minha irmã e mesmo com necrose e já com sepsemia e chocando fui reaberto no dia seguinte a primeira cirurgia e Deus permitiu que aqui eu continuasse! Já que estava totalmente infectado de bactérias hospitalares! Era muita coisa...
A recorrência é uma realidade que me pegou menos de dois anos após!
Aqui em Rio Bonito, na mesma época, apenas eu e mais uma senhora que reside em Nova Friburgo sobrevivemos. Muitos foram-se nos dias ou meses seguintes.
Meu pai faleceu em 17 de dezembro de 2002. E seguramente descansou no Pai! "Foi exatamente a mensagem que recebi e creio!"
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O relato desta parte de nossas vidas queremos evidenciar não as tragédias, provações e todas as possibilidades que a vida do ser humano pode proporcionar das boa até as ruins de acordo com o ponto de vista de cada um!
No meu entender, dentro desta situação ruim, algo fez me lembrar do Decreto estabelecido por Deus! O Decreto de Honrar Pai e Mãe!
As virtudes e bençãos sobre este Ato objeto da Norma Divina, nos leva uma experiência sobre cuidar de quem cuidou de nós!
O que nos leva ao próprio Deus como Pai Celestial que cuida de nós, os que o aceitam como Pai!
Quem entende isso, Ele concede bençãos!
Quem não entende, acaba por não ter aquilo que só se tem por conhecer e reconhecer em Deus, Pai de nosso Salvador Jesus, como nosso Pai em Cristo!
Daí ter tantos aviso na Tradição, nas Escritas e posteriormente nas Escrituras e na Bíblia que usamos por vezes!
Mas, é necessário discernimento sobre cada contexto, apesar de se ter apenas o trecho, para buscar entender o que é a morte e quais os tipos de morte que existem, já que o Decreto sendo Divinal, pode conter elementos para o aqui (tempo) ou para o lá (eternidade).
É quando você cai na real de que, com Deus não há negociação sobre o que Ele Decretou!
E indo além… o Decreto Dele não se expira com a morte do pai ou da mãe!
Só uma forma do Decreto perder seus efeitos aqui (no tempo de vida)! E é a morte do filho ou da filha! Naturalmente é claro! Para que não se perca a coroa da vida!
Então, não há como negociar e pretender ser um(a) filho(a) desleixado(a), principalmente para com sua mãe!
O casamento dos filhos não anula sua filiação! Não anula a paternidade ou maternidade dos pais!
Ser uma só carne agora, faz com que o(a) cônjuge sejam idênticos ou um só em honrar pai e mãe, um do outro! E isso é mais que um desafio espiritual! Isso é estar à frente do Decreto como um todo!
O desafio do Cônjuge merece um Estudo à parte!
- E quem amaldiçoar a seu pai ou a sua mãe, certamente será morto.Êxodo 21:17 - (Qual o tipo de morte?!)
- Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor. - Colossenses 3:20 - (Já seria uma benção?!)
- Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Por que transgredis vós, também, o mandamento de Deus pela vossa tradição? - (O que é tradição e como se estabelece uma?! O mandamento vem antes então da criação de uma tradição?!)- Porque Deus ordenou, dizendo: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, certamente morrerá. - Mateus 15:3,4 - (Qual o tipo de morte?! Porque dizer mal do pai e da mãe?!)
- Diante dos cabelos brancos te levantarás, e honrarás a face do ancião; e temerás o teu Deus. Eu sou o Senhor. - Levítico 19:32 - (Uma ligação entre aqui e lá?!)
- Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel. - 1 Timóteo 5:8 - (E ainda há quem tenha dúvida?!)
- O filho sábio atende à instrução do pai; mas o escarnecedor não ouve a repreensão. - Provérbios 13:1 - (Filhos que não aceitam admoestação e exortação?! São senhores de suas vidas como Caim?! Pais que não querem repreender porque afeta o psicológico da criança?!)
- Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; - (Benção ou maldição?!)- Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra. - Efésios 6:2,3 - (Ah! Só assim?! Mas há mais?!)
- O que aflige o seu pai, ou manda embora sua mãe, é filho que traz vergonha e desonra. - Provérbios 19:26 - (Advinha o que isso significa?! Já esqueceu o que se leu logo ali acima?)
- Ouvi, filhos, a instrução do pai, e estai atentos para conhecerdes a prudência. - Provérbios 4:1 - (Experiência e sabedoria não estão em livros seculares e na sala de aula?!)
- Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. - (Justo... justiça... qual o significado na vida do ser humano?!)- Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa;- Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.- E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor. - (Isso é sabedoria?!) - Efésios 6:1-4
- Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. - (O sol nasce para bons ou maus!)- Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,- Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, intemperantes, cruéis, sem amor para com os bons, - (trágico?!) - 2 Timóteo 3:1-3
- Mas, se alguma viúva tiver filhos, ou netos, aprendam primeiro a exercer piedade para com a sua própria família, e a recompensar seus pais; porque isto é bom e agradável diante de Deus. - 1 Timóteo 5:4
- Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá. - Êxodo 20:12
- Ouve teu pai, que te gerou, e não desprezes tua mãe, quando vier a envelhecer. - Provérbios 23:22
- Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Por que transgredis vós, também, o mandamento de Deus pela vossa tradição?- Porque Deus ordenou, dizendo: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, certamente morrerá.- Mas vós dizeis: Qualquer que disser ao pai ou à mãe: É oferta ao Senhor o que poderias aproveitar de mim; esse não precisa honrar nem a seu pai nem a sua mãe,- E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus. - Mateus 15:3-6
- Os olhos que zombam do pai, ou desprezam a obediência à mãe, corvos do ribeiro os arrancarão e os filhotes da águia os comerão. - Provérbios 30:17
- O que amaldiçoa seu pai ou sua mãe, apagar-se-á a sua lâmpada em negras trevas. - Provérbios 20:20
- Cada um temerá a sua mãe e a seu pai, e guardará os meus sábados. Eu sou o Senhor vosso Deus. - Levítico 19:3
- Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe, - Provérbios 1:8
- Porque serão como diadema gracioso em tua cabeça, e colares ao teu pescoço. - Provérbios 1:9
- Honra a teu pai e a tua mãe, como o Senhor teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias, e para que te vá bem na terra que te dá o Senhor teu Deus. - Deuteronômio 5:16
Jessé Salvador foi um homem influente na sua região. Esposo de D. Lila, pai de 9 filhos crentes, viu, a partir da força do seu trabalho, seus bens crescerem e prosperarem. Ele, porém, era ateu e o desprezo pelo evangelho fazia parte dos seus dias. A partir do ponto de vista dos filhos, O documentário conta a história dessa família, de como a fé e a incredulidade sentaram à mesma mesa; e de como Deus resolveu se vingar de alguém que O renegava.
"2ª Coríntios 12 - 7 E, para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar."
Aqui está o texto formatado e unificado, com a remoção de todos os marcadores de tempo e descrições de segundos, mantendo o conteúdo original integralmente:
O Relato de Jeane Salvador: Entre a Rebeldia e o Resgate
O que acontece quando o homem passa a vida inteira desafiando Deus? Esse é meu avô, Jessé Salvador. Ele morava aqui no sítio Tacauan. Desse lugar vem muitas das minhas memórias de infância, mas uma delas, em especial, marcaria profundamente a nossa família. Eu tinha 13 anos quando tudo aconteceu. Registrei aquele momento, mas confesso que não fazia ideia da dimensão do que estava acontecendo. 15 anos depois, essa história vai ser contada pela primeira vez através de um documentário, narrando a vida de um homem que escolheu viver sem Deus até o dia que Deus decidiu se vingar.
Meu nome é Jeane. Eu sou a primogênita de uma família de nove irmãos: Jeane, Jane, Jean, Joane, Janean, Júnior, João Pedro, Priscila, todos filhos de dona Lila e seu Jessé. Então, a gente é uma família rural. Nós somos uma família que foi criada na zona rural. Aquela família grande, a gente pequeno mora numa casa, aquela casa de zona rural grande, com muita janela, muita porta, muito quarto. E nós ainda moramos a 6 km de uma cidade. Então, naquele tempo, ainda era mais difícil. Hoje tem a internet, tem telefones; naquele tempo não existia nada. A gente ia uma vez por semana para a cidade, então a gente estava realmente distante de tudo. Eu me lembro que à noitinha mamãe dava a janta da gente cedo, já tomava banho, vestia pijama e anoitecia porque a gente tinha que acender candeeiro, né? Era um tempo assim, bem sem energia.
E eu me lembro: meu pai colocava uma cadeira de balanço no meio da casa, um candeeiro e um monte de revistas — era Manchete, Seleções, livros. E ele era um homem que lia muito e contava as histórias para a gente. Tanto que, quando a gente chegou na escola, a gente já sabia de Segunda Guerra Mundial, de Holocausto, de comunismo, de nazismo; a gente sabia tudo. Ele mexia com ônibus, depois foi passando, depois era motor de agave, depois era uma despolpadeira de milho... era para dizer que ele sempre se reinventava, né? As coisas ficavam ruins, mas ele passava para outra. Ele nunca foi aquela pessoa de se entregar. E nisso a gente foi também aprendendo; ele ia colocando a gente na frente. Ele era aquela pessoa, aquele homem muito destemido; o que ele queria, ele fazia.
Aí ele quis comprar um caminhão. Tinha acabado já com os ônibus e com o motor de agave. Foi lá falar com o gerente para comprar um caminhão. O gerente disse: "Ô Dedé, ao invés de comprar um caminhão, que já tem muito por aí, tu compra um trator, que tu faz serviço e aluga para os outros". Papai foi e comprou. Chegou a ter quatro D4. Aí depois o serviço foi aumentando. Em 90, na época do Collor, naquele tempo que todo mundo perdeu dinheiro e quebrou por causa do ciclo, papai cresceu. Comprou uma enchedeira, formou duas equipes (um trator com duas caçambas) e foi trabalhar. Era aquele homem conquistador. Tudo que papai queria, ele conseguia.
Ele gostava de terra e criava muitos Nelores. Ele tinha desejo de possuir as coisas. Se ele soubesse que tinha alguém para vender uma terra, ele ia lá e comprava. Comprou várias terras na Prata, Centro do Meio, vários locais. Tinha esse desejo por terra. E, ao mesmo tempo, tudo o que ele conquistava não era só para ele, ele repartia. Aqui a gente aprendeu a viver com a mesa cheia de gente. Poucas vezes estivemos nas refeições só a família. Naquele tempo tinha muito morador e trabalhador. Todo mundo fazia parte da vida da gente. Se ele criava cabra, não era só para ele; era para dar para famílias que, naquele tempo, tinham muita fome. As famílias passavam muita necessidade. Ele dizia: "Vai na casa de Dedé buscar cabra". Se aquela criança não tomava leite de cabra, tomava leite de vaca; ele dava uma vaca.
Papai sempre foi extremamente generoso. Eu presenciei filas de pessoas aqui com um canequinho na mão para pegar leite; ele nunca cobrou das pessoas. Ele era a única pessoa que tinha carro — era um jipe — e as pessoas chegavam à noite batendo na porta dizendo que alguém adoeceu ou que uma mulher ia ter bebê; ele acordava no meio da noite, pegava o carro e ia levar. Ele era uma pessoa servidora, gostava de servir. E quando ele chegava, juntava logo aquele monte de gente. Ele gostava de beber muita cachaça, chegava num bar e pagava bebida para todo mundo. O pessoal chamava: "Negão, negão!", e abraçava com ele, e ele gostava daquilo. Eu vi que isso trazia uma satisfação para ele.
Depois ele entrou na política. Ele enfrentou um sistema velho que tinha no nosso município e conseguiu derrubar porque era destemido. Mamãe era a candidata. E ele não tinha inveja, não pensava "ela vai ganhar"; ele entrou para dar suporte a ela. Entrou de cabeça, dando o sangue, e botou a gente também na história com a mesma força para mudar a história de uma cidade. Tudo que ele fazia, ele levava a gente. Mamãe ganhou e governamos por um tempo. Mas ali ele pagou caro; foi um preço muito alto, mas era o que ele queria. No tempo de política, ele era candidato a vice-prefeito e houve uma briga lá na Prata. Chamam quem para resolver? Alguém foi dizer a ele que aconteceu um fato e ele foi lá tomar satisfação. Naquele momento, papai atirou no rapaz, que era amigo dele, mas de outro partido político. Isso foi muito forte para a gente porque éramos jovens e ficamos assustados. Ele fugiu no momento dos disparos e a gente ficou na rua. Só mamãe e a gente. Poucas pessoas nos ajudaram porque todo mundo ficou com medo.
Era um homem destemido, não tinha medo de nada. O que vinha na cabeça, ele enfrentava. Lembro uma vez que, em um serviço que ele fez, o homem não quis pagar. Ele e o irmão dele encostaram a espingarda 12 dentro do carro e disseram: "Vamos lá resolver isso". Eu fiquei assustado, mas graças a Deus o homem pagou e foi resolvido na conversa. Naquele tempo os homens eram fortes, de muita presença e palavra, e todo mundo respeitava. Nós, os filhos, tínhamos medo. Na comunidade ele era respeitável. Foi crescendo, prosperando, mas era ateu. O Deus dele... eu me lembro muito bem dele dizendo: "Papai, graças a Deus...", e ele respondia: "Não, graças ao meu dinheiro. Meu Deus é este", e batia no bolso.
Desde pequena a gente tinha o costume de pedir a bênção: "Bênção, meu pai". Ele dizia apenas "abençoe"; não dizia "Deus abençoe". Com o tempo fomos perdendo o hábito porque ele não acreditava que Deus abençoava. Meu primeiro contato com a Bíblia era ele lendo para criticar: "Isso não é assim, viu? Isso aqui é mentira". Muitas vezes ele leu a Bíblia de Gênesis a Apocalipse só para criticar. Fui criada nesse contexto de um pai ateu. Eu me lembro que já grande tinha dúvidas de quem era Deus, quem era Jesus, porque todo o ensino que tivemos era contrário. Mas no sítio onde morávamos, Tacauan, no município da Prata, tinha tido um avivamento. O evangelho nasceu naquele sítio. Pessoas oravam pela nossa família, e meu avô era um perseguidor do evangelho; atirava pedras e zombava. Depois veio meu pai ateu.
A primeira igreja daqui da Prata foi fundada aqui na Tacauan, a Igreja de Cristo Pentecostal do Brasil. Relatam que era um tempo de avivamento muito grande; as pessoas já chegavam orando em línguas. Depois os irmãos se mudaram para a cidade e fundaram a igreja lá. Papai comprou o terreno da antiga igreja e mandou passar o trator para derrubar tudo. Foi um momento muito triste porque era um marco da chegada do evangelho. Quando fiz 19 anos, fui estudar em Campina Grande e tive um encontro com Jesus. Fui a primeira da família e enfrentei muita resistência dele e dos meus irmãos, porque todos éramos ateus. Mas permaneci apaixonada por Jesus. Comecei a pregar para meus irmãos e, de um a um, todos aceitaram Jesus.
Ele ficou furioso. Quanto mais a gente se convertia, mais ele blasfemava e dizia que éramos "bestas". Ele entrou na maçonaria e a coisa ficou mais complicada. Dizia que não existia céu nem inferno. Isso me trazia entristecimento. Ele me chamava: "Jeane, vem aqui, tu que é brava pra gente brigar", e começava a criticar Adão e Eva ou qualquer coisa da Bíblia. Com o tempo, vimos que papai foi caindo em declínio. Aquele homem de tanto vigor estava diferente. A conta chegou. Ele não conseguia mais resolver as coisas sozinho. Todos os meus irmãos foram embora, casaram, e ficou apenas eu e o Júnior. Júnior trabalhava com ele na empreiteira e eu ficava em casa. Ele ficou com um problema na perna que não conseguia mais dirigir, então eu dirigia para ele. Eu sofria perseguição dentro de casa por causa do evangelho. Ele ficava debilitado, mas tomava remédio e melhorava rápido, então achava que era imbatível.
Até que ele adoeceu de uma forma que a língua dele caía para fora. Ele ficava desesperado, olhava para a gente pedindo socorro. Levamos ao psiquiatra, mas quando entrava no consultório, ele ficava bom. Quando voltava para o carro, a língua começava a se movimentar involuntariamente de novo. Ele sentia como se tivesse bichos na língua e tentava puxá-los com a mão. Ele ficou agressivo, com palavras duras. Maltratava muito o Júnior. Uma vez, ele quis vender um caminhão barato e o Júnior, saindo da igreja, tentou impedir. Papai deu um murro no peito dele e uma mordida no braço com ódio. Foi uma fúria tão grande que eu não sabia de onde vinha. Ele passou um ano nos odiando, dizendo que ia queimar a herança e não deixar nada para ninguém.
As atitudes dele mudaram, ele começou a perder dinheiro em negócios e não ouvia ninguém. Entendemos que era algo demoníaco. Não estávamos mais lidando apenas com ele, mas com principados. Os demônios vieram na hora da fragilidade. Uma madrugada, mamãe nos chamou. A casa parecia muito escura e papai estava andando como um cachorro, com a língua de fora e o semblante alterado. Ele gritava: "Eu quero água de esgoto! Eu quero beber água de esgoto!". Estava nu, como um animal. Começamos a orar. Tivemos medo, mas fomos buscar em 2 Crônicas 20:12: "Senhor, em nós não há força, mas os nossos olhos estão postos em ti". Fizemos um jejum de 21 dias.
Um dia, meu irmão João Pedro trouxe uma palavra sobre honra. Foi um divisor de águas. Entendemos que precisávamos honrá-lo, não apenas quando ele fizesse o que gostávamos. Papai sempre contava uma história sobre três filhos e feixes de gravetos: um graveto sozinho se quebra fácil, mas nove gravetos juntos ninguém quebra. Baseado nisso, meu irmão juntou nove gravetos representando os nove filhos e decidimos que íamos nos unir para batalhar pela vida dele. Quanto mais ele fazia maldade, mais a gente dizia que ia amá-lo e honrá-lo. Fizemos vários jejuns. Descobrimos que a estratégia de Satanás era que a gente o desonrasse e abandonasse para que ele morresse e fosse para o inferno. Então começamos a usar armas espirituais: adoração, jejum e oração dia e noite. Um dia ele disse: "Eu vou morrer sozinho", para nos fustigar. Eu olhei para ele e disse: "Escute, eu vou falar para os demônios que estão no senhor: papai não vai morrer só, porque nós somos crentes e nós vamos amá-lo". A partir dali, as coisas foram mudando gradativamente.
Aqui está a conclusão do texto unificado e formatado, removendo os marcadores de tempo e conectando os parágrafos finais ao relato:
A estratégia não seguia um roteiro humano; Deus foi nos dando a direção à medida que a saúde dele se agravava. Unimo-nos como família no propósito de resgatá-lo; ele não iria para o inferno. Esse processo passou pelo nível do pedido de perdão. Lembro que eu trabalhava em uma ONG na zona rural e ele, certa vez, foi até lá e tocou fogo no mato. Ele gostava de fazer isso, e acabou queimando a única reserva que restava onde a ONG estava situada, com a intenção de que o fogo a invadisse. Nós oramos e o fogo apagou todinho. Minha irmã me orientou a ir até ele e pedir perdão. Eu morava em um sítio próximo e vim aqui; ele estava sentado em uma cadeira, eu me ajoelhei e pedi perdão. Ele riu, e ali percebemos que nossas atitudes de humildade estavam quebrando o coração daquele homem. Mesmo quando ele era duro, íamos até ele pedir perdão, e isso, somado às orações e jejuns, foi amolecendo sua resistência.
Certa vez, Priscila e eu chegamos de Campina Grande já tarde da noite. Fomos ao quarto dele para avisar que tínhamos chegado e ele estava em uma alegria imensa. Papai nunca fora de chamar o nome de Jesus ou de Cristo, mas naquela madrugada, por volta das duas horas, ele declarou: "Eu vi Cristo. Eu vi Cristo". Ele teve uma visão de Jesus crucificado. Naquela hora, as escamas caíram de seus olhos e ele não se continha: "Ô gente, Jesus existe! Como é que eu não acreditava?". Priscila perguntou como era o rosto dele, e papai respondeu que não viu o rosto, pois estava todo ensanguentado. A partir dali começou seu processo de conhecer Jesus, mas a batalha ainda não havia terminado.
Meses depois, mamãe relatou um dos momentos mais felizes de seus 56 anos de casada. Papai estava ficando muito debilitado, sem poder andar direito; nós precisávamos levantá-lo da cama e segurá-lo pelo braço. Numa madrugada, às duas horas, ele se levantou sozinho, sem chamar ninguém, abriu a porta e saiu do quarto. A casa estava na penumbra e ele foi até a cozinha. Mamãe o seguiu sem que ele percebesse. Ele ficou em pé na porta da cozinha olhando por um longo tempo. Depois, abriu a porta que dava para o alpendre e ficou no portal olhando para a escuridão lá fora. Quando mamãe o chamou para deitar, ele voltou calado. Pela manhã, ele pediu para se levantar e, quando mamãe perguntou por que ele havia saído à noite, a cena foi inacreditável. Ele levantou os braços e começou a gritar, sentado na cama: "Eu me levantei porque queria dizer para todo mundo onde foi que eu fui!".
Ele descreveu ter visitado um lugar que parecia uma casa velha caindo aos pedaços, onde bolas de fogo caíam do teto — ele fazia gestos nos braços dizendo que ainda estava se queimando. Disse que o lugar fervilhava de gente e, no meio do povo, havia dois seres baixos com uma tabuleta na mão onde estava escrita a data em que viriam matá-lo, queimá-lo e carregá-lo. "Mas Jesus me salvou! Jesus me salvou!", gritava ele. Ele queria se levantar para dizer a todos que as filhas estavam certas e que, daquele dia em diante, ele seria crente. Sua pregação passou a ser: "O inferno é real". Eu, que antes era a motorista do meu perseguidor, agora dirigia para um missionário.
Ele pediu para ir à casa do rapaz em quem ele havia atirado na época da política. O rapaz ficara paraplégico. Fomos até lá, chamamos a esposa dele e explicamos que papai tivera uma experiência com Jesus. Ninguém acreditava, dado o histórico dele. O rapaz veio na cadeira de rodas até o carro e papai disse: "Vim aqui pedir perdão daquelas coisas que aconteceram, daquelas besteiras". O rapaz respondeu: "Não, Jessé, está perdoado". Foi um processo de profundo quebrantamento e um novo nascimento genuíno. Ele começou a desejar coisas que ninguém o havia ensinado, como o batismo. Sem discipulado prévio, o Espírito Santo trouxe a ele o arrependimento; ele pediu perdão à mamãe, aos filhos e a todos com quem teve conflitos.
A mudança foi tão profunda que ele, que nunca se importara com o estado civil dos outros, começou a cobrar que eu me casasse, percebendo a importância de regularizar minha união perante Deus. Aquele homem que usava a Bíblia para criticar agora tinha fome e sede da Palavra. Jeane imprimia a Bíblia e mandava; papai a devorava. Ele folhava e lia tanto que as folhas ficavam rasgadas. Ele "comia" a palavra dia e noite, não queria perder mais tempo. Na primeira vez que foi à igreja na Prata, a cidade inteira foi ver se era verdade. Mesmo debilitado, ele nunca desistia de ir aos cultos, mesmo em viagens longas para Campina Grande. No hotel, era trabalhoso dar o banho, mas ele estava na maior felicidade porque queria o Senhor.
Lembro de um dia em que ele estava na varanda lendo a Bíblia. Ao lado da casa, havia uma plantação de capim muito bonita e verdinha devido às chuvas. Capim e gado eram as duas coisas que ele mais amava na vida. Tentei puxar conversa: "Papai, olha que lindo o capim". Ele nem virou a cabeça; não olhou. Foi um milagre. O coração de um ateu mudou da noite para o dia. Tudo perdeu o valor para ele. O gado passava tocando o chocalho no final da tarde e ele nem levantava a cabeça. Era um novo homem, uma conversão verdadeira e genuína que lembrava a do apóstolo Paulo. As pessoas vinham conversar com ele e ele só queria falar da Bíblia. Ele pedia sermões para a Priscila e, se visse alguém lendo algo que não fosse do Reino, pedia para sair de perto.
Quando os amigos perguntavam se ia chover, ele, que antes dizia que a chuva era apenas um ciclo natural e que Deus não existia, agora respondia: "Se Deus quiser". No entanto, o processo de libertação não foi imediato; Satanás continuava resistindo. Após a conversão, ele sofreu ataques diários que o deixavam exausto. Eu dizia a ele: "Olhe para mim, o senhor vai vencer no nome de Jesus! Diga que agora o senhor é filho de Deus e tem autoridade para expulsar o mal". Toda a família — filhos, noras, netos — vivia em alerta 24 horas. Quando percebíamos que ele estava sofrendo um ataque espiritual, todos se levantavam. Priscila orava, os netos cantavam louvores e outros liam a Bíblia em voz alta.
Foi um mês de batalha intensa. Ele dizia ver demônios vindo buscá-lo e pedia: "Cantem, que eles têm medo de vocês!". Quando começávamos a cantar "Digno é o Cordeiro", ele dizia que os via correndo. Muitas vezes ele ficava nas cadeiras afastando algo com os braços, dizendo: "Eu estou aqui, eles não vieram ainda". Tudo isso serviu para nos unir mais e nos aproximar de Jesus. Fizemos muitos cultos em família. O que mais me marcou foi o amor de Deus. Muitas vezes queremos vingança contra quem blasfema, mas vi que a verdadeira vingança de Deus não é atingir o homem com um raio, mas sim a sua conversão. Aquele homem que tanto blasfemou contra Deus, de repente, tornou-se um homem apaixonado por Jesus. Entendi ali, verdadeiramente, o amor de Deus né? Que muitas vezes o homem pensa de uma forma, a gente pensa de uma forma, né? Mas o amor de Deus é diferente. Então, nos últimos dias ele não conseguia mais ler o que era que fazia. Ele ficava abraçado com a palavra. Ele ficava tempos e tempos ali deitado, abraçado com esta palavra que é viva, que é a verdade, que é quem o libertou. E foi isso que nós vivemos. E com o tempo ele ficou mais acamado. Te agradeço, Jesus. Te agradeço. Eu te agradeço. Aleluia. te agradeço. Ele não conseguia nem sentar, era só deitado. E eu cheguei lá no quarto dele e falei: "Jessé Salvador". E ele não me, ele não me viu e ficou procurando assim. Eu disse: "Jessé Salvador, você é crente? É, se for, levante sua mão direita". Aí ele levantava a mão. Jess Salvador, eh, você é feliz com Jesus? Se for, levante sua mão esquerda. E ele levantava a mão. E isso aí, a última pergunta, Jessé Salvador, você nega a Jesus? Nega. Se você nega, levante sua mão direita. E ele foi levantando a mão. A medida que ele foi levantando a mão, eu fui dizer: "O braço, eu digo, acho que papai não tá entendendo." Ele levantou o braço e fez, ó. Pronto. Então tudo foi confirmado. Então com dias depois papai foi hospitalizado. Aí foi quando ele começou, né? Olha ó, ele nean vem cá. Ore para Deus me dar um corpo novo. O que eu quero pregar o evangelho ele dizia. Eu dizia para quê? Papai um corpo novo? Eu quero pregar. Eu quero pregar. Aí eu dizia: "Mas o senhor tem nove filhos. Seus nove filhos estão pregando. Ele dizia, mas eu quero pregar. Era o desejo dele, né? Aí ele disse: "Eu fui um besta, eu fui um besta, né? Teve um culto na prata que eram as igrejas em cima de um caminhão, o pau que era um caminhão e ele parou a caminhoneta assim. Priscila veio parar a camioneta, deixou ele e ficamos no culto." Aí eu fui falar com ele e ele olhando aquele culto de interior, pastor Paltós, Paltou em cima do do Aí ele chegou aí. Aí eu cheguei encochei a falar com ele. Aí ele disse: "Eu fui um beijo". Era para ser um pastor com era para est ali, né, pregando o evangelho mas aí a gente foi vendo Miguel que ele foi partindo, né? Ele já não queria mais se levantar, já não queria mais andar, queria só ficar deitado. E eu batalhei muito assim, ainda orando, Senhor, cura papai. Mas a gente viu, Miguel, que ele mesmo tava desejando partir, sabe? Ele tava, muitas vezes ele dizia que queria partir. Ele lutou muito assim: "Eu quero ser um pastor, eu quero ser um pastor". Mas nos últimos meses ele já foi eh se entregando, né, para partir. E eu conversando com a enfermeira lá no hospital, sabe? Foi o que a enfermeira me falou? disse: "Olha, todas as vezes que a gente vai dar banho no seu pai, eu eu converso com a outra enfermeira. Eu acho que esse homem era um pastor." Então, aí foi o que eu fui ver. Deus fez o desejo do coração de papai. Mesmo ele naquela situação, Deus fez o desejo dele. A gente ainda visitou, a gente cantava muito, ele muito apaixonado por Jesus, sabe? E assim, Miguel, eu acho que esses últimos dias foi tão forte assim para mim que eu nem não tenho muita muita lembrança, sabe? Eu acho que é como se eu entrei num estado assim de anestesia para poder viver aquele aquele tempo. Eu lembro que Joan, quem assumiu assim, Joan ficou ali junto visitando na UTI. E eu lembro que no dia que eu vim para casa, para Can, eu recebi o telefonema, né? Aí era do hospital. Aí a foi mamãe que atendeu a senhora esposa do seu Jessé, a gente já aí pr ele pegou. É porque ele veio a óbito assim, Miguel, foi uma noite que não tem fim. Eu digo: "Meu Deus, chegou minha vez de enfrentar a noite que não tem fim". Aí assim ficamos todos assim e digo: "Meu Deus, eh, papai, se foi a alegria da salvação, mas a a a dor da perda e é um sentimento que você não consegue, só consegue sentir." Aí eu liguei paraos meus irmãos: "Papai, papai tá com o senhor". Foi no dia 24 de outubro. Esse foi 2013 parece quando eu tava lá em Santa Cruz. Tava trabalhando lá se ligou já de noite, né? Foi um a gente esperava n tava muito doente, mas aquilo foi um choque, né? Mas a gente teve que temos que aceitar, né, Miguel? que a gente tá aqui na numa passagem e melhor que ele ele tinha aceitado Jesus. É muito ruim quando a gente a gente parte sem ter conhecimento da da verdade, né? Mas quando a gente aceita Jesus a morte, é a gente sabe que vai a gente vai. Mas ele pregou o evangelho. No sepultamento dele, a gente contou a história, né? Sabotamento dele estavam todos os amigos dele, que ele era um homem de muito amigo dele e ele tinha amigo. Então todos os amigos estavam lá e foi contada a história dele. Então no sepultamento dele, ele pregou o evangelho, né? Então assim, ele partiu pra eternidade, aquela fé simples, amando Jesus, aquele parecia um menino amando Jesus. Foi assim que ele partiu, mas deixou a gente tudo felizes, né? Alegre, porque nosso Pai está na glória com o Senhor. Eu também, meu Deus. Que coisa feia. Que coisa feita. Aha. E Jesus reina nesse lugar. Satanás pensou que a semente do evangelho que foi plantada aqui não ia prosperar, mas olha como ela prosperou. imagem pessoas Aleluia. São Paulo. Aleluia. Uh. Santo, santo, ele é. Um novo cântico ao que se assenta sobre o trono do céu. Santo, santo, santo Deus todo poderoso que era e é e a de vir. Com a criação eu canto, douis ao rei dos reis. És tudo para mim e eu te adorarei.
Espero que esse documentário tenha te abençoado. Se você se identificou com a história da nossa família ou vivencia algo parecido dentro da sua própria casa, eu tenho um convite especial para você. Nossa missão quanto o poder de Deus não é apenas despertar, mas também capacitar, fornecer ferramentas que te ajudem na caminhada cristã. Pensando nisso, criamos o Resgate da família, um treinamento com o professor de teologia, Gil Oliver. Aulas práticas centradas no evangelho, aprofundando os temas que abordamos no documentário. Família, conversão, fé e restauração. Feito para você que deseja uma mudança real na sua casa. O acesso está disponível agora. Para fazer parte é bem simples. Basta apontar a câmera do seu celular para esse QRcode aqui ou acessar


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