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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
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domingo, 11 de janeiro de 2026
sábado, 10 de janeiro de 2026
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
Mensagem Diária 07 01 2026
REFLEXÃO
Há um fio invisível que conecta esses três textos: o conhecimento pessoal de Deus, a firmeza da identidade em Cristo e a maturação da esperança.
Em Êxodo 33:17, Deus afirma algo extraordinário a Moisés: “te conheço por nome”. Não é apenas reconhecimento funcional; é relação. Graça aqui não é abstrata — é relacional. Moisés encontra favor porque caminha diante de Deus com autenticidade, responsabilidade e intimidade. Ser conhecido por nome implica ser visto em essência, não apenas em desempenho.
Paulo, em 2ª Timóteo 2:19, amplia essa verdade para a comunidade cristã: “O Senhor conhece os que são seus”. Esse conhecimento não é passivo; ele carrega um selo duplo: pertencimento e separação. Quem é conhecido por Deus não vive mais indiferente à iniquidade. A graça que identifica também transforma.
Provérbios 13:12 traz a dimensão do tempo: quando a esperança se adia, o coração adoece. Isso revela o desgaste interior de quem vive promessas sem discernir processos. Contudo, quando o desejo se cumpre — no tempo certo — ele se torna árvore de vida. A esperança madura não é a que exige pressa, mas a que suporta espera com fé.
Assim, ser conhecido por Deus, viver apartado da iniquidade e sustentar a esperança sem adoecer o coração são partes do mesmo caminho espiritual: intimidade que gera identidade, identidade que produz santidade, e santidade que sustenta a esperança.
ESBOÇO PARA ESTUDO TEOLÓGICO
Tema Geral
O Conhecimento Divino, a Identidade dos Seus e a Esperança Redentiva
Texto-base
Êxodo 33:17
2ª Timóteo 2:19
Provérbios 13:12
I. O Conhecimento Pessoal de Deus
Êxodo 33:17
“Te conheço por nome” — conhecimento relacional, não genérico
Graça como fundamento da relação com Deus
Implicações teológicas do conhecimento divino:
Eleição relacional
Responsabilidade espiritual
Intimidade que precede missão
II. O Selo do Fundamento de Deus
2ª Timóteo 2:19
A firmeza do fundamento — estabilidade ontológica da obra de Deus
O selo com duas faces:
Deus conhece os que são seus (segurança)
Apartar-se da iniquidade (evidência prática)
Santidade como resposta ao pertencimento, não como condição para ele
III. A Dinâmica da Esperança no Tempo
Provérbios 13:12
Esperança adiada e adoecimento do coração:
Frustração espiritual
Risco de cansaço moral
Desejo cumprido como árvore de vida:
Fruto que sustenta
Vida que se multiplica
Esperança bíblica: espera ativa, não passiva
IV. Síntese Teológica
Conhecimento divino → identidade
Identidade → separação do pecado
Separação → maturidade da esperança
DEVOCIONAL
Ser conhecido por Deus é mais profundo do que ser visto por pessoas. Deus não diz a Moisés apenas que ouviu seu pedido — Ele diz que o conhece pelo nome. Isso revela um Deus que se relaciona de forma pessoal, cuidadosa e intencional.
Quando Paulo afirma que o Senhor conhece os que são seus, ele nos lembra que nossa segurança não está na aparência da fé, mas no selo invisível do pertencimento. Contudo, esse selo nunca é neutro: quem pronuncia o nome de Cristo é chamado a se afastar daquilo que fere essa relação.
No meio desse caminho, a esperança é testada pelo tempo. Esperar cansa. O coração sente quando promessas parecem atrasadas. Mas a Escritura nos ensina que o cumprimento no tempo certo gera vida — não apenas alívio momentâneo, mas crescimento duradouro.
Hoje, a reflexão é simples e profunda: sou conhecido por Deus, chamado à santidade e sustentado por uma esperança que, mesmo quando demora, não é em vão. Isso redefine como se espera, como se vive e como se caminha.
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
Mensagem Diária 05 01 2026
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REFLEXÃO
A Escritura nos conduz a um eixo comum: a unidade que nasce em Deus, se manifesta entre os irmãos e se consuma em Cristo.
O Salmo 133 não descreve apenas a convivência pacífica, mas uma realidade espiritual: a união fraterna é “boa” porque reflete o caráter de Deus, e “suave” porque produz descanso, não desgaste. O orvalho do Hermom descendo sobre Sião revela algo profundo: aquilo que nasce em um lugar elevado (Hermom) alcança o centro da presença de Deus (Sião). A unidade verdadeira sempre desce — ela não se impõe, ela alcança.
Em Lucas 2:14, o anúncio dos anjos revela o fundamento dessa união: a glória pertence a Deus, a paz alcança a terra e a boa vontade flui para os homens. Onde Deus é glorificado, a paz deixa de ser conceito e se torna ambiente.
Hebreus 12:2 nos mostra o caminho para preservar essa unidade: olhar firmemente para Jesus. A desunião nasce quando o olhar se desloca de Cristo para o ego, para a ofensa ou para a comparação. A fé se sustenta não pelo que sentimos, mas por Quem contemplamos.
Unidade não é ausência de diferenças, mas convergência de propósito em Cristo.
ESBOÇO PARA ESTUDO TEOLÓGICO
Tema: Unidade, Paz e Perseverança Cristocêntrica
1. A Unidade como Princípio Espiritual (Salmos 133:1,3)
Unidade como valor moral e espiritual (“bom e suave”)
O simbolismo do orvalho:
Vida
Renovação
Ação silenciosa, mas eficaz
Sião como lugar da presença e da autoridade divina
A bênção é ordenada, não ocasional
2. A Fonte da Paz Verdadeira (Lucas 2:14)
Estrutura do anúncio angelical:
Glória a Deus → ordem vertical
Paz na terra → consequência horizontal
Boa vontade → expressão relacional
A paz não nasce da diplomacia humana, mas da encarnação de Cristo
A boa vontade como fruto da reconciliação com Deus
3. O Centro da Fé e da Perseverança (Hebreus 12:2)
Jesus como:
Autor (iniciador)
Consumador (aperfeiçoador)
O papel do olhar espiritual:
Direção define perseverança
A cruz como caminho para a glória
A alegria futura sustentando o sofrimento presente
4. Síntese Teológica
Unidade é sustentada pela glória de Deus
Paz é fruto da presença de Cristo
Perseverança depende do foco correto
DEVOCIONAL
Viver em união não é apenas um chamado comunitário, mas uma disciplina espiritual diária. A Palavra nos ensina que a bênção não está espalhada ao acaso — ela é ordenada onde há unidade.
Quando escolhemos glorificar a Deus acima das nossas razões, a paz encontra espaço para habitar. Quando fixamos os olhos em Jesus, as distrações perdem força e o caminho se torna claro, mesmo que não seja fácil.
A fé amadurece quando aprendemos a caminhar juntos, a suportar uns aos outros e a manter o olhar firme em Cristo. Onde Ele é o centro, a vida flui, a bênção permanece e a eternidade começa a se manifestar no agora.
domingo, 4 de janeiro de 2026
Mensagem Diária 04 01 2026
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REFLEXÃO
Os textos apresentados convergem para uma mesma afirmação central: a vida do justo não se sustenta na própria força, nem na percepção sensível da realidade, mas exclusivamente na ação, justiça, poder e sabedoria de Deus revelados em Cristo.
O salmista declara: “Sairei na força do Senhor Deus”. Há aqui uma negação implícita da autossuficiência. Ele não sai na própria força, nem na experiência acumulada, nem no êxito anterior. Sua única menção é a justiça de Deus — e “só dela”. Isso revela uma espiritualidade madura, que compreende que até os melhores atos humanos carecem de fundamento se não estiverem ancorados na justiça divina.
Paulo, em 1ª Coríntios, aprofunda essa verdade ao afirmar que Cristo é, para os chamados, poder e sabedoria de Deus. Não se trata de um poder genérico, mas de um poder paradoxal, revelado na cruz — escândalo para uns, loucura para outros, mas fundamento absoluto para os que creem. A justiça mencionada pelo salmista encontra aqui sua expressão plena: Cristo como justiça, poder e sabedoria.
Já em 2ª Coríntios, Paulo desloca essa teologia para a experiência cotidiana: “andamos por fé, e não por vista”. Isso significa viver orientado não pela aparência das circunstâncias, mas pela convicção do que Deus revelou. Fé não é negação da realidade, mas submissão da realidade visível à verdade invisível de Deus.
ESBOÇO PARA ESTUDO TEOLÓGICO
Tema Geral
A supremacia da justiça de Deus revelada em Cristo como fundamento da vida de fé.
I. A Força que não procede do homem (Salmos 71:16)
A consciência da limitação humana
A decisão espiritual: “sairei” — ação baseada na dependência
A exclusividade da justiça divina (“e só dela”)
Justiça como atributo e como provisão de Deus
II. Cristo como Revelação Suprema do Poder e da Sabedoria de Deus (1ª Coríntios 1:24)
O contraste entre sabedoria humana e sabedoria divina
A cruz como centro da revelação do poder de Deus
Cristo não apenas como mensageiro, mas como conteúdo da mensagem
A justiça de Deus personificada em Cristo
III. A Dinâmica Existencial da Fé (2ª Coríntios 5:7)
Fé como princípio de orientação da vida cristã
A limitação da “vista” como critério de verdade
Fé como resposta à revelação, não como sentimento
A coerência entre doutrina (Cristo) e prática (andar por fé)
IV. Síntese Teológica
A força vem de Deus
A justiça se revela em Cristo
A vida se conduz pela fé
DEVOCIONAL
Viver na força do Senhor é uma escolha diária. O salmista não diz que sentiu a força de Deus, mas que sairia nela. Isso revela decisão, não emoção. Muitas vezes, o coração oscila, as circunstâncias confundem, e a visão falha — mas a fé permanece como fundamento.
Cristo, apresentado por Paulo como poder e sabedoria de Deus, não elimina as dificuldades do caminho, mas redefine sua interpretação. O que parece fraqueza pode ser o lugar onde o poder de Deus se manifesta. O que parece perda pode ser expressão da justiça divina em ação.
Andar por fé não é caminhar às cegas; é caminhar com base em uma confiança sólida no caráter de Deus. A fé não ignora o que se vê, mas se recusa a ser governada por isso. Ela se ancora na justiça de Deus, já revelada, já comprovada, já suficiente.
Quando a vida é orientada por essa verdade, a menção não é da própria capacidade, do próprio mérito ou da própria justiça — mas somente da justiça do Senhor.
sábado, 3 de janeiro de 2026
Mensagem Diária 03 01 2026
===>>>Mensagem Diária 03 01 2026<<<===
1. REFLEXÃO
As Escrituras revelam que o temor do Senhor não é medo paralisante, mas uma disposição interior purificada, “limpa”, que atravessa o tempo e não se corrompe. Ele permanece porque nasce da verdade eterna de Deus e molda o caráter daquele que se submete a Ele. Os juízos do Senhor, por serem verdadeiros e justos conjuntamente, não se fragmentam: justiça e verdade caminham inseparáveis no agir divino.
Essa realidade se manifesta visivelmente em Atos 6:15, quando Estêvão, mesmo sob acusação e injustiça humana, reflete no rosto a serenidade e a glória de quem está alinhado com os juízos de Deus. O rosto “como de anjo” não é estética, mas evidência espiritual: a consciência em paz diante da verdade.
Paulo, em Filipenses, amplia essa compreensão ao afirmar que Deus não abandona aquilo que inicia. O mesmo Deus que estabelece juízos eternos é o Deus que trabalha progressivamente no interior do crente. Assim, o temor do Senhor sustenta o presente, os juízos de Deus orientam o caminho, e a fidelidade divina garante o desfecho: a obra será aperfeiçoada até o Dia de Cristo.
2. ESBOÇO PARA ESTUDO TEOLÓGICO
Tema: Temor, Testemunho e Perseverança na Obra de Deus
I. O Temor do Senhor como Fundamento Permanente
📖 Salmos 19:9
Natureza do temor: limpo, incorruptível e eterno
Diferença entre temor reverente e medo servil
O temor como princípio de ordem moral e espiritual
II. Os Juízos do Senhor: Verdade e Justiça Indissociáveis
📖 Salmos 19:9
A unidade entre verdade e justiça no caráter divino
Juízos divinos versus tribunais humanos
O impacto dos juízos de Deus na consciência do justo
III. O Testemunho Visível da Vida Submetida a Deus
📖 Atos 6:15
Estêvão diante do conselho: contexto de acusação
O “rosto como de anjo” como reflexo da presença de Deus
A glória que se manifesta em meio à perseguição
IV. A Perseverança da Obra Iniciada por Deus
📖 Filipenses 1:6
Deus como autor e consumador da obra espiritual
O processo de aperfeiçoamento até o Dia de Cristo
Segurança espiritual baseada na fidelidade divina
V. Síntese Teológica
O temor sustenta a vida interior
O testemunho confirma a fé exterior
A fidelidade de Deus garante o cumprimento final
3. DEVOCIONAL
Viver no temor do Senhor é caminhar com o coração limpo em um mundo confuso. Esse temor não envelhece, não se desgasta e não depende das circunstâncias. Ele permanece porque está ancorado na eternidade de Deus.
Estêvão nos ensina que, mesmo quando somos mal interpretados ou injustamente julgados, a presença de Deus pode ser tão real em nós que se torna visível. A paz que vem da verdade se reflete no semblante, no silêncio e na firmeza.
Filipenses nos lembra que não somos projetos inacabados ao acaso. Deus não inicia obras para abandoná-las. Cada processo, cada prova e cada lapidação fazem parte de um aperfeiçoamento contínuo que culminará no Dia de Cristo.
Quando confiamos nos juízos do Senhor, descansamos na certeza de que Ele está trabalhando — em nós e através de nós — até que Sua obra esteja completa.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
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